domingo, 30 de dezembro de 2012

Personal Learning Environments - Descrição do trabalho


O termo PLE descreve ferramentas, comunidades e serviços que constituem as plataformas individuais de aprendizagem, usadas para dirigir o próprio processo na persecução das metas educacionais a que cada indivíduo se propõe (- in 7 things you should know about... Personal Learning Environments, disponível em   http://www.educause.edu/library/resources/7-things-you-should-know-about-personal-learning-environments)
Jordi Addel (em entrevista a Josi Sierra Orrantia em 06May2012 disponível em meu post de10Dec2012)  é mais sucinto, afirmando que “PLE é um enfoque na aprendizagem, não sendo uma aplicação ou uma plataforma, mas sim uma maneira de entender como se aprende”.
A aproximação que Addel faz na mesma entrevista, aos componentes de um PLE, guiaram a minha representação gráfica, razão pela qual apresento: Recursos; Ferramentas e “Personal Learning Network (PLN)”.
No que respeita a recursos ou fontes de informação, não posso deixar de compartilhar a ideia do entrevistado, quando afirma que “tudo o que possa interessar à nossa formação”, pois a noção de aprendente adulto, na perspectiva andragógica, sustenta-se em claros e pré-determinados objectivos, visando um fim específico.
Relativamente às ferramentas, apresento aquelas que utilizo na produção dos meus objectos digitais, sendo que embora com uma limitada selecção, a mesma tem vindo a alargar-se com o alargar do meu PLE
Refiro agora a minha PLN, os espaços onde partilho as “produções” para as tornar acessíveis às pessoas, também ainda reduzida, mas sem dúvida à semelhança das ferramentas, em crescendo com o alargar do meu “ambiente de aprendizagem,”
Por último uma palavra para a concepção do “objecto digital” apresentado. Embora possível de fazer em PowerPoint ou outra ferramenta disponível online, quis marcar com a utilização de esquiços manuscritos (com links para as sites de cada um) a minha “emigração” digital, pois ainda não habitando na rede na totalidade, os passos largos que dou nesse sentido, não acontecem sem um pedaço de papel e um lápis na sua origem.
                                                      

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Personal Learning Environments


Este post tem como objectivo responder à 2ª Actividade proposta na UC Processos Pedagógicos em E-Learning do Mestrado em Pedagogia do E-Learning 06, ministrado pela Universidade Aberta, sob a orientação do Prof. José Mota
A pesquisa decorreu recorrendo ao Google e Google Académico, Scribd e SlideShare privilegiando a informação em língua inglesa, os documentos em PDF e usando como palavras-chave PLE; Personal Learning Environment, Personal Learning Network. Dos resultados obtidos que respeitavam os critérios estabelecidos e se enquadravam no âmbito da UC, selecionaram-se os que se encontram abaixo:
Importa contudo acrescentar que, logo no início, ao explorar as sugestões de apoio, na entrevista a Jordi Ardell, (disponibilizada no fim deste post) foi introduzido um conceito que nos despertou e desviou a atenção. Se bem que as (Personal Learning Network) PLN façam parte integrante dos PLE’s, como bem elucida Jordi Ardell, a forma como as primeiras se articulam aguçou-nos a curiosidade.


Assim, apresentam-se 3 bibliografias anotadas, 1 sobre PLE e 2 sobre PLN.

NOTAS
     a.   O autor não aderiu neste post ao Novo Acordo Ortográfico; 
   b.  Em algumas situações foram mantidas as expressões em inglês, dado o seu melhor enquadramento no texto, evitando assim que perdessem conteúdo na tradução.


1ª Referência

Ebner, M., Schön, S., Taraghi, B., Drachsler, H. (2011) First steps towards an integration of a Personal Environment at university level, ICT 2011, CCIS 177, pp. 22–36

Artigo preparado para apresentação na “International Conference ITC in Teaching and Learning (15th HK Symposium, 11-13 Julho 2011 Honk Kong) ” (http://ict2011.com/pages/), disponível também em (http://elearningblog.tugraz.at/archives/4589) cujo PDF é complementado por um trabalho em Power Point que suportou a apresentação pública do artigo (http://elearningblog.tugraz.at/archives/4586 ou http://www.slideshare.net/mebner/first-steps-towards-an-integration-of-a-personal-learning-environment-at-university-level)
O trabalho começa por considerar que o processo de ensino-aprendizagem “personalizado” irá melhor ao encontro das necessidades dos alunos de forma mais eficiente, encontra na Web 2.0 as razões para garantir uma mudança no futuro da educação, defendendo que os estudantes do amanhã (hoje) terão que lidar regularmente com a partilha e fusão de conteúdos de diferentes fontes.
O artigo define, de forma simples mas eficaz, o desenvolvimento e o conceito dos PLE’s e como esse mesmo conceito se pode constituir como um desafio na educação universitária. Aborda ainda no campo dos desafios, como estes se apresentam aos alunos.
É ainda feita uma referência a alguns aspectos tecnológicos, com destaque para os widgets, apresentado um caso (TU Graz).
Na sequência da declaração de intenções, são trabalhados e propostos alguns protótipos de widgets para instituições universitárias.
Em conclusão, se bem que não aborde os PLE’s na sua génese ou conceptualização, mas sim  com uma visão de uso e aproveitamento em campo específico, é neste aspecto prático que, no meu entender, reside o interesse do mesmo.

2ª Referência



O documento referencia a Regent University, Virginia Beach, nos Estados Unidos, estabelecimento de ensino superior de inspiração cristã, o que lhe garante credibilidade, embora o mesmo não refira quais os autores ou data da sua elaboração.
A forma simples, um pouco genérica mas criativa, usando link’s para outras referências, em diferentes suportes, aborda a temática das PLN’s com o garante de que os conceitos básicos são facilmente assimilados, permitindo assim que abordagens mais elaboradas em outras leituras possam ser trabalhadas de forma mais confortável.
Acresce-me realçar o uso de um processo de 5 passos, sistematiza a visão da forma como a adopção de um PLE deve evoluir.
Em suma, simples, objectivo, criativo, esclarecedor traduzindo-se, na nossa opinião de uma aproximação a um PLE.  

3ª Referência

Rajagopal, K., Brinke, D., Bruggen, J.,Sloep, P. (2012) Understanding personal learning networks: Their structure, content and the networking skills needed to optimally use them. First Monday, Volume 17, Number 1 - 2 January

O estabelecimento de redes é uma competência chave no desenvolvimento das carreiras, suportando o crescimento da aprendizagem individual. A forma como essas conexões são estabelecidas com o propósito de promover a aprendizagem é o objectivo deste artigo.
Embora não enquadrado directamente nos ambientes online de ensino-aprendizagem, mas com enfoque nos relacionamentos profissionais e sua derivação para relacionamentos aprendentes, o documento restabelece algumas linhas de orientação sobre como tal pode suceder.
Considerando o aluno como o “orquestrador” da sua rede de aprendizagem pessoal, aborda os factores que influenciam escolhas no construir, manter e activar as referidas redes.
É também interessante a forma como é explanada a “atitude em rede” de um “aprendente” (learner=aprendiz), e apresentado o “Modelo de rede pessoal de aprendizagem”.
Se bem que fora da temática proposta, (PLE) e do desvio consciente que foi feito no desenvolvimento do trabalho (PLN) a forma como o artigo aborda o que sustenta, na perspectiva dos autores, o estabelecimento das Personal Leraning Networks, pareceu-nos interessante suficiente para que se constituísse como um acréscimo, com mais-valia, para o estudo da temática.







Entrevista a Jordi Adell

terça-feira, 4 de dezembro de 2012


“Distance learning online” é o resultado do solicitado na  tarefa nº 2,  proposta na UC “Processos Pedagógicos em e_learning” do Mestrado em Pedagogia do e_Learning – Edição 6.

Através de uma abordagem simples e objectiva, pretendeu-se dar uma  ideia dos processos diferenciados no que respeita ao “e_Teaching”; “e_Mentoring” e  “e_Tutoring”, enquadrando-os através da visão andragógica do ensino de adultos, da perspectiva conectivista, do n ambiente “web 2.0”, sabendo-se quão importantes são  para o processo ensino/aprendizagem online no Séc XXI.



segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Bibliografia Anotada


Este post tem como objectivo responder à 1ª Catividade proposta na UC Processos Pedagógicos em E-Learning do Mestrado em Pedagogia do E-Learning 06, ministrado pela Universidade Aberta, sob a orientação do Prof. José Mota

A pesquisa decorreu recorrendo ao Google e Google Académico, privilegiando a informação em língua inglesa, os documentos em PDF e usando como palavras-chave e-learning; pedagogy; andragogy. Dos resultados obtidos que respeitavam os critérios estabelecidos e se enquadravam no âmbito da UC, selecionaram-se os que se encontram abaixo:

NOTAS
a.    O autor não aderiu neste post ao Novo Acordo Ortográfico;

b.    Em algumas situações foram mantidas as expressões em inglês, dado o seu melhor enquadramento no texto, evitando assim que perdesse conteúdo na tradução.

1º.    Artigo
Hathaway, T., Muse, E., Althoff, T., (2007). Report on pedagogical practices and methods in e-learning. School of Education, University of Wales, Bangor (49). Retrieved from
http://www.engagingdiversity.co.uk/files/reports/2-E-learningReport_v3.pdf

consultado em 18NOV2012, 16H45
Trata-se de um relatório com o objectivo de (…)to investigate current research into existing pedagogical practices and methods in e-learning environment, to consider leading trends in e-learning, and to examine current technical developments that are shaping future e-learning.(…).  Foca-se essencialmente em 4 vectores: Theories of Learning; E-Learning; Learning Communities; Learning in the multimedia environment.
No decurso da leitura, encontra-se uma abordagem com algum detalhe, seguindo uma estrutura lógica, de compreensão acessível, não teorizando em demasia.
Foca os aspectos fundamentais dos processos de ensino-aprendizagem em ambiente on-line, recorrendo a alguns esquemas perfeitamente elucidativos das abordagens que estão a ser efectuadas.
Por se tratar de um relatório, o trabalho desenvolvido segue ainda um raciocínio factual, que resulta numa conclusão que sintetiza os trabalhos e realça, no entendimento dos autores, os 2 paradigmas que à data dominavam o e-learningcourses based around digital content and moderated learning communities.”, decorrendo ainda segundo os autores das teorias behavioristas de aprendizagem, a que acresce a “força dominante” dos Learning Management Systems (LMS). Por outro lado, a referência às ferramentas Web 2. acontece também, com destaque para o uso dos blogues, entendidos como novas comunidades de prática.

2º.    Artigo

Blondy, L., (2007) Evaluation and Application of Andragogical Assumptions to the Adult Online Learning Environment, Journal of Interactive Online Learning, Volume 6, number 2, (14), 116-130 Retrieved from http://www.ncolr.org/jiol/issues/pdf/6.2.3.pdf
Consultado em 17NOV2012, 23H30
Artigo publicado no nº 2 do Volume 6 do Journal of Interactive Online Learning (www.ncolr.org/jiol) sobre a utilidade e aplicação de uma aproximação andragógica no ensino de adultos.
O trabalho começa por referir que embora objecto de críticas, a visão andragógica por sobreposição à pedagogia pela falta de provas empíricas que a sustentem, no ensino de adultos deve ser encarada, com particular atenção quando este decorre online, pois permitirá um ponto de partida para os educadores basearem as suas “instructional approach” (do Abstract).
O artigo aborda, sempre coerente com a visão do “adult Learner” 5 vectores (assumptions), Assumption One: Adult Learner’s are Self-Directed; Assumption Two: Adults Bring Experience with Them to the Learning Environment; Assumption Three: Adults Enter the Learning Environment Ready to Learn; Assumption Four: Adult Learners are Problem Oriented; Assumption Five: Adults are Motivated to Learn by Internal Factors., sendo que cada um deles é trabalhado sempre de duas formas: Aplicação e Desafios.
Recorrendo amiúde aos trabalhos de Malcom Knowles, conhecido por ter iniciado a visão andragógica do processo de ensino aprendizagem de adultos, o artigo resulta num estudo interessante desta nova (?) perspectiva, em contraponto às abordagens pedagógicas.

domingo, 1 de novembro de 2009

Cooperative Freedom Theory

This work was made in order to fill the demands of E-learning Pedagogy Master Degree at “Universidade Aberta” Curricular Unit - E-Learning Pedagogical Processes (PPEL09)” Unit 1 - Activity 2.

It is entitled "Morten’s Flate Paulsen - Cooperative freedom theory, a simple approach" and intends, in a simple way, to address the basic concepts of the Theory.


Instead you can check http://www.slideshare.net/moutta/cooperative-freedom-simple-approach

Carlos Mouta Raposo

Annotated Bibliography

This work was made in order to fill the demands of E-learning Pedagogy Master Degree at “Universidade Aberta” Curricular Unit - E-Learning Pedagogical Processes (PPEL09)” Unit 1 - Activity 1

SLAATTO, Torhild and PAULSEN, Morten
Learning partner - opportunities for cooperation in distance learning
Available in (at 21OCT09):
http://www.elearningeuropa.info/directory/index.php?page=doc&doc_id=8294&doclng=6 About 4 pages of text.

Description of NKI Distance Education learning philosophy with focus on the Theory of Cooperative Freedom, sustained by two key ideas “Learning community” and “individual freedom”.

RHODE, Jason
“Interaction equivalency in Self-Paced online Learning environments: An Exploration of Learner Preferences”
Available in (21OCT09)
http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/603/1179 PDF document with 23 pages
Not directly related with the “Theory of cooperative freedom” gives an excellent point of view about self-paced online learning Environments, in student’s perspectives. The study demonstrates that depending on the specific circumstance, not all forms of interaction may be either equally valued by learners or effective. It also showed that flexibility and independence are characteristics of self-paced learning opportunities that students enjoy.

FELDSTEIN, Michael and NEAL, Lisa
“Designing usable, self-paced e-learning courses: A practical guide”
Available in (23OCT09)
http://www.elearnmag.org/subpage.cfm?section=tutorials&article=24-1 Document with 25 pages
Also not directly related with the “Theory of cooperative freedom” is a guide designed to help instructional designers and content experts to create effective, self-paced e-learning. It includes strategies for usability engineering.

ANDERSEN; Terry
“Distance learning - Social software’s killer ap”
Available in (24OCT09)
http://rikiwiki.net/members/blogresearch/blogresearchbase/Affordance/distance%20learning%20social%20software%20killer%20app-%20Anderson.pdf Document with 12 pages
Discussing the challenges of developing modes of distance education, that affords maximum freedom learners - including the ability to enrol continuously and to pace one’s own learning.
Relating learner freedom and social presence using social software, describes some features of educational social software applications. Describe also the Me2U experience at Athabasca University.