Edição, revista e actualizada do blogue criado para o Mestrado em Pedagogia do E_Learning da Universidade Aberta, Edição 3 - 2009
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Reflexão sobre a aprendizagem em PPeL06
Desenho da aprendizagem online
Publicação da 1ª parte da tarefa desenvolvida no âmbito da temática em título:
" Desenho de actividades online - Abordagens Pedagógicas"
Publicação da 2ª parte da tarefa desenvolvida no âmbito da temática em título:
" Desenho de actividades online - Aspectos importantes"
Publicação da 3ª parte da tarefa desenvolvida no âmbito da temática em título:
"Desenho de actividades online - Proposta " Abordagem à NATO"
domingo, 30 de dezembro de 2012
Personal Learning Environments - Descrição do trabalho
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Personal Learning Environments
1ª Referência
Artigo preparado para apresentação na “International
Conference ITC in Teaching and Learning (15th
HK Symposium, 11-13 Julho 2011 Honk Kong) ” (http://ict2011.com/pages/), disponível também em (http://elearningblog.tugraz.at/archives/4589)
cujo PDF é complementado por um trabalho em Power
Point que suportou a apresentação pública do artigo (http://elearningblog.tugraz.at/archives/4586
ou http://www.slideshare.net/mebner/first-steps-towards-an-integration-of-a-personal-learning-environment-at-university-level)
O trabalho começa por considerar que o processo de ensino-aprendizagem
“personalizado” irá melhor ao encontro das necessidades dos alunos de forma
mais eficiente, encontra na Web 2.0 as razões para garantir uma mudança no
futuro da educação, defendendo que os estudantes do amanhã (hoje) terão que
lidar regularmente com a partilha e fusão de conteúdos de diferentes fontes.O artigo define, de forma simples mas eficaz, o desenvolvimento
e o conceito dos PLE’s e como esse mesmo conceito se pode constituir como um
desafio na educação universitária. Aborda ainda no campo dos desafios, como estes se apresentam aos
alunos.É ainda feita uma referência a alguns aspectos tecnológicos,
com destaque para os widgets, apresentado um caso (TU Graz). Na sequência da declaração de intenções, são
trabalhados e propostos alguns protótipos de widgets para instituições
universitárias.Em conclusão, se bem que não aborde os PLE’s na sua
génese ou conceptualização, mas sim com uma visão
de uso e aproveitamento em campo específico, é neste aspecto prático que, no
meu entender, reside o interesse do mesmo.disponível em http://www.lifelongfaith.com/uploads/5/1/6/4/5164069/personal_learning_network_-_regent_university.pdf
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Bibliografia Anotada
domingo, 1 de novembro de 2009
Cooperative Freedom Theory
It is entitled "Morten’s Flate Paulsen - Cooperative freedom theory, a simple approach" and intends, in a simple way, to address the basic concepts of the Theory.
Instead you can check http://www.slideshare.net/moutta/cooperative-freedom-simple-approach
Carlos Mouta Raposo
Annotated Bibliography
SLAATTO, Torhild and PAULSEN, Morten
“Learning partner - opportunities for cooperation in distance learning”
Available in (at 21OCT09):
http://www.elearningeuropa.info/directory/index.php?page=doc&doc_id=8294&doclng=6 About 4 pages of text.
Description of NKI Distance Education learning philosophy with focus on the Theory of Cooperative Freedom, sustained by two key ideas “Learning community” and “individual freedom”.
RHODE, Jason
“Interaction equivalency in Self-Paced online Learning environments: An Exploration of Learner Preferences”
Available in (21OCT09)
http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/603/1179 PDF document with 23 pages
Not directly related with the “Theory of cooperative freedom” gives an excellent point of view about self-paced online learning Environments, in student’s perspectives. The study demonstrates that depending on the specific circumstance, not all forms of interaction may be either equally valued by learners or effective. It also showed that flexibility and independence are characteristics of self-paced learning opportunities that students enjoy.
FELDSTEIN, Michael and NEAL, Lisa
“Designing usable, self-paced e-learning courses: A practical guide”
Available in (23OCT09)
http://www.elearnmag.org/subpage.cfm?section=tutorials&article=24-1 Document with 25 pages
Also not directly related with the “Theory of cooperative freedom” is a guide designed to help instructional designers and content experts to create effective, self-paced e-learning. It includes strategies for usability engineering.
ANDERSEN; Terry
“Distance learning - Social software’s killer ap”
Available in (24OCT09)
http://rikiwiki.net/members/blogresearch/blogresearchbase/Affordance/distance%20learning%20social%20software%20killer%20app-%20Anderson.pdf Document with 12 pages
Discussing the challenges of developing modes of distance education, that affords maximum freedom learners - including the ability to enrol continuously and to pace one’s own learning.
Relating learner freedom and social presence using social software, describes some features of educational social software applications. Describe also the Me2U experience at Athabasca University.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Projecto Final - "A" Modelo Mobile Learning
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Actividade 5 - OER Video
Ficha Descritiva:
Público-alvo: Oficiais da Força Aérea (Tenentes), a frequentar o Curso Básico de Comando, Área de Comunicação e Informação, Módulo "on-line" de Comunicação Verbal - Recursos.
Detalhe da Utilização: No pressuposto de que os Oficiais nomeados para a frequência deste Curso teriam que, com o intuito de relembrar competências básicas já adquiridas, efectuar uma série de tarefas como pré-requisito, disponibilizadas e trabalhadas no LMS da Força Aérea (http://edu.emfa.pt/moodle/) este clip serviria de ponto de partida para uma discussão guiada on-line(em fórum),(em grupos - máximo 7 alunos - 1 moderador e 6 participantes), onde a temática passaria pela identificação e discussão dos principais erros detectados na apresentação oral vista no Clip, apresentação de soluções para os evitar e elaboração de uma lista final de outros que tenham encontrado em pesquisa. Ao docente competiria acompanhar as discussões guiadas e auxiliar apenas o moderador na acção de moderação. Em sessão presencial, na fase residencial do curso, os grupos fariam uma apresentação oral, com recurso a Power Point, das suas conclusões. A realização deste exercício, permitirá validar os resultados atingidos na análise da "forma de fazer" e contruir uma lista das maneiras de evitar situações menos adequadas no uso do Power Point, a apresentar em sala de aula, constituindo-se também em mais um treino de oralidade, alvo de avaliação formativa.
NOTA: Este video clip foi elaborado com recurso a uma única tomada de imagens, sem cortes ou montagem, tendo a edição no WMM consistido apenas na introdução do título e dos créditos.
Carlos Mouta Raposo
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Actividade 4 - OER Áudio
Descrição: Clip áudio com a leitura do texto, adptado, de Eunice Mendes "A Magia da voz", (disponível em http://www.rhportal.com.br/artigos/wmprint.php?idc_cad=irloi6lkd ). Abordando uma das "ferramentas de trabalho" na Comunicação Verbal, realça a importância da forma do seu uso e chama a atenção para algumas boas práticas no que respeita a esse mesmo uso.
Público-alvo: Oficiais da Força Aérea (Tenentes), a frequentar o Curso Básico de Comando, Área de Comunicação e Informação, Módulo "on-line" de Comunicação Verbal.
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Carlos Mouta Raposo
domingo, 31 de maio de 2009
3 OER para explorar
Reflexão efectuada no âmbito do Mestrado em Pedagogia do e-learning 09 – Universidade Aberta, cadeira de Materiais e Recursos para e-learning.
Na sequência do solicitado para esta actividade e tendo em linha de conta uma real utilização dos recursos pesquisados estas são as minhas sugestões:
Em http://pfp.ethz.ch/login.php?target=&soap_pw=&ext_uid=&cookies=nocookies&client_id=pfp_client&lang=en, criando uma conta, acedendo ao “Repositório”, e à categoria de NATO/Partnership for Peace Courses*, os únicos “cursos” que podem ser acedidos livremente, fazendo “join” ao Introduction to NATO V. 4.3.
Este OER aborda a história, estrutura organizacional e operacional da NATO, de forma objectiva e com a particularidade de ser realizada uma pequena avaliação no final.
Embora denominado como curso, a intenção passaria por utilizá-lo como um módulo de uma formação mais alargada sobre a NATO (North Atlantic Treaty Organization), enquadrado num percurso formativo na área das Relações Internacionais, e garantindo que todos os alunos ficarão detentores de conhecimentos básicos sobre organizações mundiais.
Acrescento que o público-alvo deste trabalho seriam oficias alunos de escolas militares, na sua formação básica.
É ainda interessante realçar que este OER está suportada num LMS denominado ÍLIAS, Open Source, podendo ser encontrada mais informação em http://www.ilias.de/.
1. Material produzido por um organismo da NATO, o que lhe acrescenta credibilidade;
2. Estar disponibilizado em língua inglesa, possibilitando assim a prática da mesma;
3. A forma objectiva e simples com que está construído, ideal para uma abordagem básica;
4. O estar inserido num rol de outras acções do tipo, permitindo assim aos alunos explorarem mais sobre o assunto;
5. A existência de uma pequena avaliação, possibilitando ao aluno validar o conhecimento adquirido.
Razões que presidiram à escolha:
1. Ser uma apresentação PowerPoint, que era o tipo de recurso que pretendia usar;
2. Ser concreta e objectiva;
3. Ter sido elaborada de acordo com as boas práticas de uso do Power Point;
4. O site forma-te, segundo informado, proceder à análise avaliação dos “documentos” propostos, validando a sua disponibilização.
5. Ter registado um número interessante de download;
Assim, em: http://www.teachertube.com/viewVideo.php?video_id=80375&title=The_Seven_Phases_Of_The_Cold_War
encontramos um vídeo, com locução em inglês, com a normal possibilidade de visualização do Youtube, acrescido da possibilidade de “download”.
Intitulado as “Sete fases da Guerras Fria”, com a duração de 10:24 minutos, descreve o crescendo histórico da Guerra-fria, realçando pontos importantes e culminando na Perestroika e na queda do Muro de Berlim. Seria de grande utilidade numa abordagem à Nova Ordem Mundial, na área das Relações Internacionais, para a mesma tipologia de alunos do recurso apontado anteriormente
Razões que presidiram à escolha:
1. Ser um vídeoclip;
2. A estrutura de abordagem ser cronológica e possibilitar a exploração dos diversos tópicos individualmente;
- Estar disponibilizado em língua inglesa, possibilitando assim a prática da mesma;
4. A sua duração, 10:24, aceitável para não entediar os alunos;
5. O estar inserido no youtube (teachertube) recurso conhecido da faixa etária do publico de destino
Este clip utilizei-o em formação, quando abordo os recursos pedagógicos, servindo-me de motivação inicial.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Open Educacional Resources - OERs
De acordo com a Wikipedia “The term "Open Educational Resource(s)" (OER) refers to educational resources (lesson plans, quizzes, syllabi, instructional modules, simulations, etc.) that are freely available for use, reuse, adaptation, and sharing. ( http://www.wikieducator.org/OER_Handbook/educator_version_one/Introduction/Defining_OER )
Se do acrónimo se infere que são recursos educacionais, a palavra open, para os menos atentos, poderá não os identificar como isentos de encargos para os seus utilizadores. Será nesta perspectiva, a do não envolvimento de quaisquer custos, que este post se debruçará, sendo que a palavra-chave deste texto será “Sustainability” (sustentabilidade).
O termo OER é relativamente recente, data de 2002, resultando de uma reunião na UNESCO, realçando-se do relatório produzido “...are tipically made freely available over the Web on the internet...” (Wiley, David: 3), no entanto, ainda segundo o mesmo autor, os mesmos envolvem custos reais em tempo dos pessoas que os desenvolvem, em políticas de rotinas de desenvolvimento, equipamento, utilização da internet a que acresce a administração e eventual aquisição e software. Como os encargos não se reflectem no utilizador, importa pensar como será possível sustentá-los assim, dado que a sua utilização se começa a massificar, passando inclusive as fronteiras académicas e servindo de instrumento para políticas governamentais, (não só na vertente educacional), sugerindo-se a leitura do post publicado em http://www.theregister.co.uk/2009/02/25/gov_open_source/ .
Henrique Ribeiro, em http://ribeironofiel01.blogspot.com/2009/05/recursos-educacionais-abertos-alguns.html , sintetiza esta questão de forma bastante pragmática “Muito do desenvolvimento de OER tem sido concretizado com base em projectos e muitas vezes com o apoio financeiro de diferentes doadores. No entanto, é necessário assegurar a viabilidade e sustentabilidade das iniciativas dos OER no período pós-subsídio. Para serem sustentáveis, os OER devem ser integrados nas políticas, nos procedimentos e, também, nos orçamentos regulares das instituições.”. Esta visão encontrei-a também na “Cape Town Open Education Declaration”. ( http://www.capetowndeclaration.org/read-the-declaration ), incluindo-se nesta visão uma ideia interessantíssima, o suporte dos OER´s por financiamento público “Ideally, taxpayer-funded educational resources should be open educational resources.”
Por outro lado, deparei-me também com uma informação importante e que me escapava, talvez pelas razões apontadas por Sinara Duarte em http://softwarelivrenaeducacao.wordpress.com/ , “...É importante destacar que quando se fala em software livre, muitos pensam que este é sinônimo de gratuito, devido a sua origem etmológica do inglês free pode ser traduzido tanto como gratuito e como livre.. Assim, software livre não significa software gratuito. Muitos são gratuitos, como forma de divulgar o movimento de software livre. Por exemplo, o wordpress é um software de criação de blogs, que é livre, mas não é gratuito. Qualquer pessoa pode criar um blog gratuitamente, mas se desejar algumas outras funcionalidades, precisaria pagar para ter acesso (é opcional)...”. Esta questão é mais uma achega para a discussão desta temática, que certamene voltará à conversa futuramente.
Concluindo, a maior fatia de custos para projectos de software “open souce” tem a ver com as pessoas envolvidas (Wiley, David: 3), peloq eu a procura de um modelo de negócio que sutente estes ptojectos é fundamental, pelo que a visão apontada na declaração de Capetown, referida atrás, parece-me de explorar, teremos é muito possívelmente, de aguardar pela tão esperada retoma económica.
Carlos Mouta Raposo
Bibliografia:
Wiley, David "On the sustainability of Open educational Resource Iniatives in Higher Education", dispnível em www.oecd.org/edu/oer
segunda-feira, 20 de abril de 2009
O que é para mim o Ensino a Distância
Ensino e distância definem-se por senso comum, e se no início (no meu horizonte de memória) era a Telescola, hoje a WWW, a network, as TIC potenciam, massificam, sem peso negativo, o acesso ao conhecimento.
Acredito que ainda muitos vivem a euforia da descoberta, pensando que a EaD é a solução para todos os problemas de formação, o meio para educar, o entrar na “moda” para estar à altura dos concorrentes.
Felizmente, instituições credíveis e pensadores prudentes fazem as suas apostas paulatinamente, aproveitam as vantagens, minimizam as desvantagens e apresentam soluções estruturadas e acima de tudo vantajosas, para os discentes e claro, também para as escolas.
Assenta pois, o meu ponto de vista, na questão da flexibilidade e se se recorre a ferramentas mais ou menos elaboradas, mais ou menos complexas, isso depende já de inúmeros factores, muitos deles, os mesmos que analisaríamos para preparar sessões presenciais.
Poderia citar boas práticas, casos de sucesso, mas isso seria mais do mesmo, pois não o seriam se não fossem do conhecimento de quem estuda e se preocupa com a temática.
Posso contudo confidenciar, que a “flexibilidade” foi basilar na implementação do EaD (mais FaD) na instituição onde trabalho, e que os resultados têm vindo a crescer, muito em resultado de um caminhar tranquilo e amadurecido, sem passos maiores que as pernas.
