sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Reflexão sobre a aprendizagem em PPeL06


Encarei esta abordagem  numa perspectiva puramente pessoal, não tendo recorrido a bibliografia de apoio para sustentar as ideias aqui expressas.
                Esta opção prendeu-se tão-somente com o facto de se pretender que a reflexão fosse sobre a aprendizagem, pelo que me pareceu que seria muito mais genuíno o suporte das supra citadas ideias através da experiência pessoal.
O trabalho em ambiente online não me era desconhecido, assim como também não me encontrava alheio às metodologias e processos pedagógicos implementados pela Universidade Aberta, pelo que não constituiu para mim surpresa o percurso seguido.
Realço a importância que entendo ter a abordagem, em particular da teoria conectivista, recente mas com uma perfeita, na minha opinião, adequação ao ambiente que procuro criar nos trabalhos que pretendo desenvolver, ao meu nível de responsabilidade, nos processos de ensino aprendizagem de que irei ser responsável.
A clareza e objetividade do contrato de aprendizagem foram fundamentais para o meu trilhar do caminho, conhecedor das minhas dificuldades, particularmente no que respeita à melhor gestão do tempo. Acabou contudo este, por ser o meu maior constrangimento, dificultando, a sua falta, a melhor organização da minha rotina. Acresce referir a pronta disponibilidade e abertura manifestada pelo professor sobre esta questão.
Por outro lado, é também merecedor de referência a quantidade e qualidade do material disponibilizado para apoio, constituindo-se sempre como um excelente ponto de partida para as tarefas a desenvolver, organizadas de forma coerente e perspectivadas no prosseguimento de um lógico percurso de ensino-aprendizagem.
Por último um pensamento sobre o MOOC, que acabei por não conseguir acompanhar apesar da grande expectativa que tinha aliada a uma posição um pouco céptica sobre o seu desenvolvimento. Infelizmente, a dúvida subsiste, aguardando por nova oportunidade, pois embora céptico estou curiosíssimo sobre a forma como se desenrola, o que move centenas ou mesmo milhares de alunos a frequentarem este tipo de abordagem e, em principal como é possível dirimir toda a dinâmica.
Concluindo, devo referir que a frequência da UC PPel06 do Mestrado em Pedagogia do eLearning resultou claramente no enriquecimento dos meus conhecimentos, mas fundamentalmente no deixar pistas claras sobre formas de trabalho para o desenvolvimento futuro de processos de ensino-aprendizagem em ambiente online.
Carlos Mouta Raposo

Desenho da aprendizagem online

Na continuidade das tarefas propostas para desenvolvimento na UC "Processos Pedagógicos online" do Mestrado em Pedagogia do eLearning Edição 6, da Universidade Aberta


Publicação da 1ª parte da tarefa desenvolvida no âmbito da temática em título:
" Desenho de actividades online - Abordagens Pedagógicas"


Publicação da 2ª parte da tarefa desenvolvida no âmbito da temática em título:

" Desenho de actividades online - Aspectos importantes"

Publicação da 3ª parte da tarefa desenvolvida no âmbito da temática em título:
"Desenho de actividades online - Proposta " Abordagem à NATO"

domingo, 30 de dezembro de 2012

O meu Personal Learning Environment

Personal Learning Environments - Descrição do trabalho


O termo PLE descreve ferramentas, comunidades e serviços que constituem as plataformas individuais de aprendizagem, usadas para dirigir o próprio processo na persecução das metas educacionais a que cada indivíduo se propõe (- in 7 things you should know about... Personal Learning Environments, disponível em   http://www.educause.edu/library/resources/7-things-you-should-know-about-personal-learning-environments)
Jordi Addel (em entrevista a Josi Sierra Orrantia em 06May2012 disponível em meu post de10Dec2012)  é mais sucinto, afirmando que “PLE é um enfoque na aprendizagem, não sendo uma aplicação ou uma plataforma, mas sim uma maneira de entender como se aprende”.
A aproximação que Addel faz na mesma entrevista, aos componentes de um PLE, guiaram a minha representação gráfica, razão pela qual apresento: Recursos; Ferramentas e “Personal Learning Network (PLN)”.
No que respeita a recursos ou fontes de informação, não posso deixar de compartilhar a ideia do entrevistado, quando afirma que “tudo o que possa interessar à nossa formação”, pois a noção de aprendente adulto, na perspectiva andragógica, sustenta-se em claros e pré-determinados objectivos, visando um fim específico.
Relativamente às ferramentas, apresento aquelas que utilizo na produção dos meus objectos digitais, sendo que embora com uma limitada selecção, a mesma tem vindo a alargar-se com o alargar do meu PLE
Refiro agora a minha PLN, os espaços onde partilho as “produções” para as tornar acessíveis às pessoas, também ainda reduzida, mas sem dúvida à semelhança das ferramentas, em crescendo com o alargar do meu “ambiente de aprendizagem,”
Por último uma palavra para a concepção do “objecto digital” apresentado. Embora possível de fazer em PowerPoint ou outra ferramenta disponível online, quis marcar com a utilização de esquiços manuscritos (com links para as sites de cada um) a minha “emigração” digital, pois ainda não habitando na rede na totalidade, os passos largos que dou nesse sentido, não acontecem sem um pedaço de papel e um lápis na sua origem.
                                                      

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Personal Learning Environments


Este post tem como objectivo responder à 2ª Actividade proposta na UC Processos Pedagógicos em E-Learning do Mestrado em Pedagogia do E-Learning 06, ministrado pela Universidade Aberta, sob a orientação do Prof. José Mota
A pesquisa decorreu recorrendo ao Google e Google Académico, Scribd e SlideShare privilegiando a informação em língua inglesa, os documentos em PDF e usando como palavras-chave PLE; Personal Learning Environment, Personal Learning Network. Dos resultados obtidos que respeitavam os critérios estabelecidos e se enquadravam no âmbito da UC, selecionaram-se os que se encontram abaixo:
Importa contudo acrescentar que, logo no início, ao explorar as sugestões de apoio, na entrevista a Jordi Ardell, (disponibilizada no fim deste post) foi introduzido um conceito que nos despertou e desviou a atenção. Se bem que as (Personal Learning Network) PLN façam parte integrante dos PLE’s, como bem elucida Jordi Ardell, a forma como as primeiras se articulam aguçou-nos a curiosidade.


Assim, apresentam-se 3 bibliografias anotadas, 1 sobre PLE e 2 sobre PLN.

NOTAS
     a.   O autor não aderiu neste post ao Novo Acordo Ortográfico; 
   b.  Em algumas situações foram mantidas as expressões em inglês, dado o seu melhor enquadramento no texto, evitando assim que perdessem conteúdo na tradução.


1ª Referência

Ebner, M., Schön, S., Taraghi, B., Drachsler, H. (2011) First steps towards an integration of a Personal Environment at university level, ICT 2011, CCIS 177, pp. 22–36

Artigo preparado para apresentação na “International Conference ITC in Teaching and Learning (15th HK Symposium, 11-13 Julho 2011 Honk Kong) ” (http://ict2011.com/pages/), disponível também em (http://elearningblog.tugraz.at/archives/4589) cujo PDF é complementado por um trabalho em Power Point que suportou a apresentação pública do artigo (http://elearningblog.tugraz.at/archives/4586 ou http://www.slideshare.net/mebner/first-steps-towards-an-integration-of-a-personal-learning-environment-at-university-level)
O trabalho começa por considerar que o processo de ensino-aprendizagem “personalizado” irá melhor ao encontro das necessidades dos alunos de forma mais eficiente, encontra na Web 2.0 as razões para garantir uma mudança no futuro da educação, defendendo que os estudantes do amanhã (hoje) terão que lidar regularmente com a partilha e fusão de conteúdos de diferentes fontes.
O artigo define, de forma simples mas eficaz, o desenvolvimento e o conceito dos PLE’s e como esse mesmo conceito se pode constituir como um desafio na educação universitária. Aborda ainda no campo dos desafios, como estes se apresentam aos alunos.
É ainda feita uma referência a alguns aspectos tecnológicos, com destaque para os widgets, apresentado um caso (TU Graz).
Na sequência da declaração de intenções, são trabalhados e propostos alguns protótipos de widgets para instituições universitárias.
Em conclusão, se bem que não aborde os PLE’s na sua génese ou conceptualização, mas sim  com uma visão de uso e aproveitamento em campo específico, é neste aspecto prático que, no meu entender, reside o interesse do mesmo.

2ª Referência



O documento referencia a Regent University, Virginia Beach, nos Estados Unidos, estabelecimento de ensino superior de inspiração cristã, o que lhe garante credibilidade, embora o mesmo não refira quais os autores ou data da sua elaboração.
A forma simples, um pouco genérica mas criativa, usando link’s para outras referências, em diferentes suportes, aborda a temática das PLN’s com o garante de que os conceitos básicos são facilmente assimilados, permitindo assim que abordagens mais elaboradas em outras leituras possam ser trabalhadas de forma mais confortável.
Acresce-me realçar o uso de um processo de 5 passos, sistematiza a visão da forma como a adopção de um PLE deve evoluir.
Em suma, simples, objectivo, criativo, esclarecedor traduzindo-se, na nossa opinião de uma aproximação a um PLE.  

3ª Referência

Rajagopal, K., Brinke, D., Bruggen, J.,Sloep, P. (2012) Understanding personal learning networks: Their structure, content and the networking skills needed to optimally use them. First Monday, Volume 17, Number 1 - 2 January

O estabelecimento de redes é uma competência chave no desenvolvimento das carreiras, suportando o crescimento da aprendizagem individual. A forma como essas conexões são estabelecidas com o propósito de promover a aprendizagem é o objectivo deste artigo.
Embora não enquadrado directamente nos ambientes online de ensino-aprendizagem, mas com enfoque nos relacionamentos profissionais e sua derivação para relacionamentos aprendentes, o documento restabelece algumas linhas de orientação sobre como tal pode suceder.
Considerando o aluno como o “orquestrador” da sua rede de aprendizagem pessoal, aborda os factores que influenciam escolhas no construir, manter e activar as referidas redes.
É também interessante a forma como é explanada a “atitude em rede” de um “aprendente” (learner=aprendiz), e apresentado o “Modelo de rede pessoal de aprendizagem”.
Se bem que fora da temática proposta, (PLE) e do desvio consciente que foi feito no desenvolvimento do trabalho (PLN) a forma como o artigo aborda o que sustenta, na perspectiva dos autores, o estabelecimento das Personal Leraning Networks, pareceu-nos interessante suficiente para que se constituísse como um acréscimo, com mais-valia, para o estudo da temática.







Entrevista a Jordi Adell

terça-feira, 4 de dezembro de 2012


“Distance learning online” é o resultado do solicitado na  tarefa nº 2,  proposta na UC “Processos Pedagógicos em e_learning” do Mestrado em Pedagogia do e_Learning – Edição 6.

Através de uma abordagem simples e objectiva, pretendeu-se dar uma  ideia dos processos diferenciados no que respeita ao “e_Teaching”; “e_Mentoring” e  “e_Tutoring”, enquadrando-os através da visão andragógica do ensino de adultos, da perspectiva conectivista, do n ambiente “web 2.0”, sabendo-se quão importantes são  para o processo ensino/aprendizagem online no Séc XXI.



segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Bibliografia Anotada


Este post tem como objectivo responder à 1ª Catividade proposta na UC Processos Pedagógicos em E-Learning do Mestrado em Pedagogia do E-Learning 06, ministrado pela Universidade Aberta, sob a orientação do Prof. José Mota

A pesquisa decorreu recorrendo ao Google e Google Académico, privilegiando a informação em língua inglesa, os documentos em PDF e usando como palavras-chave e-learning; pedagogy; andragogy. Dos resultados obtidos que respeitavam os critérios estabelecidos e se enquadravam no âmbito da UC, selecionaram-se os que se encontram abaixo:

NOTAS
a.    O autor não aderiu neste post ao Novo Acordo Ortográfico;

b.    Em algumas situações foram mantidas as expressões em inglês, dado o seu melhor enquadramento no texto, evitando assim que perdesse conteúdo na tradução.

1º.    Artigo
Hathaway, T., Muse, E., Althoff, T., (2007). Report on pedagogical practices and methods in e-learning. School of Education, University of Wales, Bangor (49). Retrieved from
http://www.engagingdiversity.co.uk/files/reports/2-E-learningReport_v3.pdf

consultado em 18NOV2012, 16H45
Trata-se de um relatório com o objectivo de (…)to investigate current research into existing pedagogical practices and methods in e-learning environment, to consider leading trends in e-learning, and to examine current technical developments that are shaping future e-learning.(…).  Foca-se essencialmente em 4 vectores: Theories of Learning; E-Learning; Learning Communities; Learning in the multimedia environment.
No decurso da leitura, encontra-se uma abordagem com algum detalhe, seguindo uma estrutura lógica, de compreensão acessível, não teorizando em demasia.
Foca os aspectos fundamentais dos processos de ensino-aprendizagem em ambiente on-line, recorrendo a alguns esquemas perfeitamente elucidativos das abordagens que estão a ser efectuadas.
Por se tratar de um relatório, o trabalho desenvolvido segue ainda um raciocínio factual, que resulta numa conclusão que sintetiza os trabalhos e realça, no entendimento dos autores, os 2 paradigmas que à data dominavam o e-learning “courses based around digital content and moderated learning communities.”, decorrendo ainda segundo os autores das teorias behavioristas de aprendizagem, a que acresce a “força dominante” dos Learning Management Systems (LMS). Por outro lado, a referência às ferramentas Web 2. acontece também, com destaque para o uso dos blogues, entendidos como novas comunidades de prática.

2º.    Artigo

Blondy, L., (2007) Evaluation and Application of Andragogical Assumptions to the Adult Online Learning Environment, Journal of Interactive Online Learning, Volume 6, number 2, (14), 116-130 Retrieved from http://www.ncolr.org/jiol/issues/pdf/6.2.3.pdf
Consultado em 17NOV2012, 23H30
Artigo publicado no nº 2 do Volume 6 do Journal of Interactive Online Learning (www.ncolr.org/jiol) sobre a utilidade e aplicação de uma aproximação andragógica no ensino de adultos.
O trabalho começa por referir que embora objecto de críticas, a visão andragógica por sobreposição à pedagogia pela falta de provas empíricas que a sustentem, no ensino de adultos deve ser encarada, com particular atenção quando este decorre online, pois permitirá um ponto de partida para os educadores basearem as suas “instructional approach” (do Abstract).
O artigo aborda, sempre coerente com a visão do “adult Learner” 5 vectores (assumptions), Assumption One: Adult Learner’s are Self-Directed; Assumption Two: Adults Bring Experience with Them to the Learning Environment; Assumption Three: Adults Enter the Learning Environment Ready to Learn; Assumption Four: Adult Learners are Problem Oriented; Assumption Five: Adults are Motivated to Learn by Internal Factors., sendo que cada um deles é trabalhado sempre de duas formas: Aplicação e Desafios.
Recorrendo amiúde aos trabalhos de Malcom Knowles, conhecido por ter iniciado a visão andragógica do processo de ensino aprendizagem de adultos, o artigo resulta num estudo interessante desta nova (?) perspectiva, em contraponto às abordagens pedagógicas.

domingo, 1 de novembro de 2009

Cooperative Freedom Theory

This work was made in order to fill the demands of E-learning Pedagogy Master Degree at “Universidade Aberta” Curricular Unit - E-Learning Pedagogical Processes (PPEL09)” Unit 1 - Activity 2.

It is entitled "Morten’s Flate Paulsen - Cooperative freedom theory, a simple approach" and intends, in a simple way, to address the basic concepts of the Theory.


Instead you can check http://www.slideshare.net/moutta/cooperative-freedom-simple-approach

Carlos Mouta Raposo

Annotated Bibliography

This work was made in order to fill the demands of E-learning Pedagogy Master Degree at “Universidade Aberta” Curricular Unit - E-Learning Pedagogical Processes (PPEL09)” Unit 1 - Activity 1

SLAATTO, Torhild and PAULSEN, Morten
“Learning partner - opportunities for cooperation in distance learning”
Available in (at 21OCT09):
http://www.elearningeuropa.info/directory/index.php?page=doc&doc_id=8294&doclng=6 About 4 pages of text.

Description of NKI Distance Education learning philosophy with focus on the Theory of Cooperative Freedom, sustained by two key ideas “Learning community” and “individual freedom”.

RHODE, Jason
“Interaction equivalency in Self-Paced online Learning environments: An Exploration of Learner Preferences”
Available in (21OCT09)
http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/603/1179 PDF document with 23 pages
Not directly related with the “Theory of cooperative freedom” gives an excellent point of view about self-paced online learning Environments, in student’s perspectives. The study demonstrates that depending on the specific circumstance, not all forms of interaction may be either equally valued by learners or effective. It also showed that flexibility and independence are characteristics of self-paced learning opportunities that students enjoy.

FELDSTEIN, Michael and NEAL, Lisa
“Designing usable, self-paced e-learning courses: A practical guide”
Available in (23OCT09)
http://www.elearnmag.org/subpage.cfm?section=tutorials&article=24-1 Document with 25 pages
Also not directly related with the “Theory of cooperative freedom” is a guide designed to help instructional designers and content experts to create effective, self-paced e-learning. It includes strategies for usability engineering.

ANDERSEN; Terry
“Distance learning - Social software’s killer ap”
Available in (24OCT09)
http://rikiwiki.net/members/blogresearch/blogresearchbase/Affordance/distance%20learning%20social%20software%20killer%20app-%20Anderson.pdf Document with 12 pages
Discussing the challenges of developing modes of distance education, that affords maximum freedom learners - including the ability to enrol continuously and to pace one’s own learning.
Relating learner freedom and social presence using social software, describes some features of educational social software applications. Describe also the Me2U experience at Athabasca University.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Projecto Final - "A" Modelo Mobile Learning

Trabalho realizado no âmbito do Projecto Final: Preparação/Participação numa Exposição sobre EaD - elaboração de um Recurso Educacional Aberto. Mestrado em Pedagogia do E-Learning (MPEL09) - Unidades Curriculares Modelos de Ensino a Distância e Materiais e Recursos para E-Learning.

Usando um recurso simples, Power Point, sem virtuosismo técnico, com uma abordagem muito genérica, destina-se a ser explorado on-line, por alunos que frequentam um Curso de Especialização Tecnológica (CET) na área do e-learning.

Da exploração do recurso, os alunos, complementando com pesquisas individuais, deverão produzir um trabalho escrito de 4 páginas sobre "Mobile Learning", em que detalhem os diversos aspectos abordados, em particular as vantagens e as desvantagens do uso deste tipo de modelo.
Mostra-se assim, que é possível, de forma simples, construir conteúdos e explorá-los indo ao encontro do previsto nos programas

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Actividade 5 - OER Video

Tarefa elaborada no âmbito do Mestrado em Pedagogia do e_learning. NOTA: Este trabalho foi executado no âmbito académico, representando apenas a opinião do seu autor, não se constituindo como visão ou política da Força Áerea Portugesa sobre a temática abordada.

Ficha Descritiva:

Designação: O uso do Power Point.
Descrição: Clip video simulando uma apresentação com recurso ao Power Point, contendo vários erros na "forma de fazer".
Público-alvo: Oficiais da Força Aérea (Tenentes), a frequentar o Curso Básico de Comando, Área de Comunicação e Informação, Módulo "on-line" de Comunicação Verbal - Recursos.
Detalhe da Utilização: No pressuposto de que os Oficiais nomeados para a frequência deste Curso teriam que, com o intuito de relembrar competências básicas já adquiridas, efectuar uma série de tarefas como pré-requisito, disponibilizadas e trabalhadas no LMS da Força Aérea (http://edu.emfa.pt/moodle/) este clip serviria de ponto de partida para uma discussão guiada on-line(em fórum),(em grupos - máximo 7 alunos - 1 moderador e 6 participantes), onde a temática passaria pela identificação e discussão dos principais erros detectados na apresentação oral vista no Clip, apresentação de soluções para os evitar e elaboração de uma lista final de outros que tenham encontrado em pesquisa. Ao docente competiria acompanhar as discussões guiadas e auxiliar apenas o moderador na acção de moderação. Em sessão presencial, na fase residencial do curso, os grupos fariam uma apresentação oral, com recurso a Power Point, das suas conclusões. A realização deste exercício, permitirá validar os resultados atingidos na análise da "forma de fazer" e contruir uma lista das maneiras de evitar situações menos adequadas no uso do Power Point, a apresentar em sala de aula, constituindo-se também em mais um treino de oralidade, alvo de avaliação formativa.
NOTA: Este video clip foi elaborado com recurso a uma única tomada de imagens, sem cortes ou montagem, tendo a edição no WMM consistido apenas na introdução do título e dos créditos.


Carlos Mouta Raposo

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Actividade 4 - OER Áudio

Tarefa elaborada no âmbito do Mestrado em Pedagogia do e_learning.
NOTA: Este trabalho foi executado no âmbito académico, representando apenas a opinião do seu autor, não se constituindo como visão ou política da Força Áerea Portugesa sobre a temática abordada.
Ficha Descritiva:
Designação: O uso da Voz
Descrição: Clip áudio com a leitura do texto, adptado, de Eunice Mendes "A Magia da voz", (disponível em http://www.rhportal.com.br/artigos/wmprint.php?idc_cad=irloi6lkd ). Abordando uma das "ferramentas de trabalho" na Comunicação Verbal, realça a importância da forma do seu uso e chama a atenção para algumas boas práticas no que respeita a esse mesmo uso.
Público-alvo: Oficiais da Força Aérea (Tenentes), a frequentar o Curso Básico de Comando, Área de Comunicação e Informação, Módulo "on-line" de Comunicação Verbal.
Detalhe da Utilização: No pressuposto de que os Oficiais nomeados para a frequência deste Curso teriam, com o intuito de relembrar competências básicas já adquiridas, que efectuar uma série de tarefas como pré-requisito, disponibilizadas e trabalhadas no LMS da Força Aérea (http://edu.emfa.pt/moodle/) este clip serviria de ponto de partida para a elaboração de uma apresentação oral, a ter lugar na fase residencial do curso, abordando as diversas perspectivas do uso da voz em Comunicação Profissional.
Com orientações para pesquisa individual e acompanhamento assíncrono em forúm, a realização deste exercício, permitiria validar os conhecimentos adquiridos em resultado da referida pesquisa e, ao mesmo tempo, aferir das competências comunicacionais, com natural enfoque no uso da voz, dos Oficiais alunos.










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Carlos Mouta Raposo

domingo, 31 de maio de 2009

3 OER para explorar

Reflexão efectuada no âmbito do Mestrado em Pedagogia do e-learning 09 – Universidade Aberta, cadeira de Materiais e Recursos para e-learning.

Na sequência do solicitado para esta actividade e tendo em linha de conta uma real utilização dos recursos pesquisados estas são as minhas sugestões:

Em http://pfp.ethz.ch/login.php?target=&soap_pw=&ext_uid=&cookies=nocookies&client_id=pfp_client&lang=en, criando uma conta, acedendo ao “Repositório”, e à categoria de NATO/Partnership for Peace Courses*, os únicos “cursos” que podem ser acedidos livremente, fazendo “join” ao Introduction to NATO V. 4.3.

Este OER aborda a história, estrutura organizacional e operacional da NATO, de forma objectiva e com a particularidade de ser realizada uma pequena avaliação no final.

Embora denominado como curso, a intenção passaria por utilizá-lo como um módulo de uma formação mais alargada sobre a NATO (North Atlantic Treaty Organization), enquadrado num percurso formativo na área das Relações Internacionais, e garantindo que todos os alunos ficarão detentores de conhecimentos básicos sobre organizações mundiais.

Acrescento que o público-alvo deste trabalho seriam oficias alunos de escolas militares, na sua formação básica.

É ainda interessante realçar que este OER está suportada num LMS denominado ÍLIAS, Open Source, podendo ser encontrada mais informação em http://www.ilias.de/.

Razões que presidiram à escolha foram:

1. Material produzido por um organismo da NATO, o que lhe acrescenta credibilidade;

2. Estar disponibilizado em língua inglesa, possibilitando assim a prática da mesma;

3. A forma objectiva e simples com que está construído, ideal para uma abordagem básica;

4. O estar inserido num rol de outras acções do tipo, permitindo assim aos alunos explorarem mais sobre o assunto;

5. A existência de uma pequena avaliação, possibilitando ao aluno validar o conhecimento adquirido.

Em http://www.forma-te.com/index.php, também com acesso por registo, explorando a mediateca de formação – Formação de Formadores – na página 9, encontramos uma apresentação “Power Point” intitulada “Avaliação da Formação”, que utilizei numa abordagem à temática, numa acção de formação on-line. Para uma pesquisa mais fácil, acrescento que encontramos os títulos por ordem alfabética inversa.

Razões que presidiram à escolha:

1. Ser uma apresentação PowerPoint, que era o tipo de recurso que pretendia usar;

2. Ser concreta e objectiva;

3. Ter sido elaborada de acordo com as boas práticas de uso do Power Point;

4. O site forma-te, segundo informado, proceder à análise avaliação dos “documentos” propostos, validando a sua disponibilização.

5. Ter registado um número interessante de download;

Nas minhas pesquisas deparei com, para mim, uma novidade agregada ao Youtube, o Teachertube, repositório de vídeos educacionais.

Assim, em: http://www.teachertube.com/viewVideo.php?video_id=80375&title=The_Seven_Phases_Of_The_Cold_War

encontramos um vídeo, com locução em inglês, com a normal possibilidade de visualização do Youtube, acrescido da possibilidade de “download”.

Intitulado as “Sete fases da Guerras Fria”, com a duração de 10:24 minutos, descreve o crescendo histórico da Guerra-fria, realçando pontos importantes e culminando na Perestroika e na queda do Muro de Berlim. Seria de grande utilidade numa abordagem à Nova Ordem Mundial, na área das Relações Internacionais, para a mesma tipologia de alunos do recurso apontado anteriormente

Razões que presidiram à escolha:

1. Ser um vídeoclip;

2. A estrutura de abordagem ser cronológica e possibilitar a exploração dos diversos tópicos individualmente;

  1. Estar disponibilizado em língua inglesa, possibilitando assim a prática da mesma;

4. A sua duração, 10:24, aceitável para não entediar os alunos;

5. O estar inserido no youtube (teachertube) recurso conhecido da faixa etária do publico de destino

Embora, já fora do obrigatório, não posso deixar de partilhar, nesta comunidade de formadores e utilizadores do Power Point o clip disponível em : http://www.youtube.com/watch?v=cagxPlVqrtM que retrata fielmente os suplícios que passamos , quando assistimos a alguma apresentações, ou que fazemos passar, quando não observamos a elementares regras do uso da ferramenta.

Este clip utilizei-o em formação, quando abordo os recursos pedagógicos, servindo-me de motivação inicial.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Open Educacional Resources - OERs

Os “Open Educational Resources” (OER´s) chegaram e instalaram, sendo hoje suporte de inúmeros projectos desenvolvidos pelas mais reputadas Instituições de ensino no mundo.
De acordo com a Wikipedia “The term "Open Educational Resource(s)" (OER) refers to educational resources (lesson plans, quizzes, syllabi, instructional modules, simulations, etc.) that are freely available for use, reuse, adaptation, and sharing. ( http://www.wikieducator.org/OER_Handbook/educator_version_one/Introduction/Defining_OER )
Se do acrónimo se infere que são recursos educacionais, a palavra open, para os menos atentos, poderá não os identificar como isentos de encargos para os seus utilizadores. Será nesta perspectiva, a do não envolvimento de quaisquer custos, que este post se debruçará, sendo que a palavra-chave deste texto será “Sustainability” (sustentabilidade).
O termo OER é relativamente recente, data de 2002, resultando de uma reunião na UNESCO, realçando-se do relatório produzido “...are tipically made freely available over the Web on the internet...” (Wiley, David: 3), no entanto, ainda segundo o mesmo autor, os mesmos envolvem custos reais em tempo dos pessoas que os desenvolvem, em políticas de rotinas de desenvolvimento, equipamento, utilização da internet a que acresce a administração e eventual aquisição e software. Como os encargos não se reflectem no utilizador, importa pensar como será possível sustentá-los assim, dado que a sua utilização se começa a massificar, passando inclusive as fronteiras académicas e servindo de instrumento para políticas governamentais, (não só na vertente educacional), sugerindo-se a leitura do post publicado em http://www.theregister.co.uk/2009/02/25/gov_open_source/ .
Henrique Ribeiro, em http://ribeironofiel01.blogspot.com/2009/05/recursos-educacionais-abertos-alguns.html , sintetiza esta questão de forma bastante pragmática “Muito do desenvolvimento de OER tem sido concretizado com base em projectos e muitas vezes com o apoio financeiro de diferentes doadores. No entanto, é necessário assegurar a viabilidade e sustentabilidade das iniciativas dos OER no período pós-subsídio. Para serem sustentáveis, os OER devem ser integrados nas políticas, nos procedimentos e, também, nos orçamentos regulares das instituições.”. Esta visão encontrei-a também na “Cape Town Open Education Declaration”. ( http://www.capetowndeclaration.org/read-the-declaration ), incluindo-se nesta visão uma ideia interessantíssima, o suporte dos OER´s por financiamento público “Ideally, taxpayer-funded educational resources should be open educational resources.”
Por outro lado, deparei-me também com uma informação importante e que me escapava, talvez pelas razões apontadas por Sinara Duarte em http://softwarelivrenaeducacao.wordpress.com/ , “...É importante destacar que quando se fala em software livre, muitos pensam que este é sinônimo de gratuito, devido a sua origem etmológica do inglês free pode ser traduzido tanto como gratuito e como livre.. Assim, software livre não significa software gratuito. Muitos são gratuitos, como forma de divulgar o movimento de software livre. Por exemplo, o wordpress é um software de criação de blogs, que é livre, mas não é gratuito. Qualquer pessoa pode criar um blog gratuitamente, mas se desejar algumas outras funcionalidades, precisaria pagar para ter acesso (é opcional)...”. Esta questão é mais uma achega para a discussão desta temática, que certamene voltará à conversa futuramente.
Concluindo, a maior fatia de custos para projectos de software “open souce” tem a ver com as pessoas envolvidas (Wiley, David: 3), peloq eu a procura de um modelo de negócio que sutente estes ptojectos é fundamental, pelo que a visão apontada na declaração de Capetown, referida atrás, parece-me de explorar, teremos é muito possívelmente, de aguardar pela tão esperada retoma económica.

Carlos Mouta Raposo

Bibliografia:
Wiley, David "On the sustainability of Open educational Resource Iniatives in Higher Education", dispnível em www.oecd.org/edu/oer

segunda-feira, 20 de abril de 2009

O que é para mim o Ensino a Distância

Não faltam com certeza, definições elaboradas de “ensino a distância”, proferidas por sumidades, no entanto no que me diz respeito interessam-me as ideias chave e relativamente a essa questão, flexibilidade é a ideia que me desperta os sentidos.
Ensino e distância definem-se por senso comum, e se no início (no meu horizonte de memória) era a Telescola, hoje a WWW, a network, as TIC potenciam, massificam, sem peso negativo, o acesso ao conhecimento.
Acredito que ainda muitos vivem a euforia da descoberta, pensando que a EaD é a solução para todos os problemas de formação, o meio para educar, o entrar na “moda” para estar à altura dos concorrentes.
Felizmente, instituições credíveis e pensadores prudentes fazem as suas apostas paulatinamente, aproveitam as vantagens, minimizam as desvantagens e apresentam soluções estruturadas e acima de tudo vantajosas, para os discentes e claro, também para as escolas.
Assenta pois, o meu ponto de vista, na questão da flexibilidade e se se recorre a ferramentas mais ou menos elaboradas, mais ou menos complexas, isso depende já de inúmeros factores, muitos deles, os mesmos que analisaríamos para preparar sessões presenciais.
Poderia citar boas práticas, casos de sucesso, mas isso seria mais do mesmo, pois não o seriam se não fossem do conhecimento de quem estuda e se preocupa com a temática.
Posso contudo confidenciar, que a “flexibilidade” foi basilar na implementação do EaD (mais FaD) na instituição onde trabalho, e que os resultados têm vindo a crescer, muito em resultado de um caminhar tranquilo e amadurecido, sem passos maiores que as pernas.